Carlos Sá

Carlos Sá nasceu em Vilar do Monte, Barcelos, e começou sua vida esporte quando ele tinha 12 anos, unindo atletismo.

Carlos Sá Wikipedia ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_S%C3%A1 )

Ele começou a correr em "Núcleo Desportivo da Silva", um clube que conquistou o pódio em diversos campeonatos nacionais de atletismo, e participou, como atleta federado de Braga, em diferentes pista de atletismo campeonatos e eventos de corrida cross-country.

Como um fã de competições de pista longa distância e ter o Português campeão olímpico Carlos Lopes como seu ídolo, um dia ele foi para ver com seus companheiros de equipe correndo na meia maratona de Vigo, em Espanha. Ele tinha apenas 13 anos de idade e ficou tão emocionado com o que estava vendo que pediu ao seu treinador para se juntar ao grupo de corrida para o treinamento. Ele terminou seus 21 km de corrida no tempo incrível de 1h26min, à frente de muitos outros atletas.

No mesmo ano, ele começou a trabalhar em uma fábrica têxtil, estudando à noite para completar a educação e formação obrigatória depois da escola. Esta experiência ensinou-o a desenvolver o seu espírito de luta e aventura

Carlos continuou a correr e para alcançar os primeiros lugares da classificação até que ele virou 19. Então, ele decidiu dedicar seu tempo para MTB e Trekking, a escolha do Parque Nacional da Peneda-Gerês Português como seu local favorito para a prática dessas atividades.

Em 2003, ele participou de um evento de MTB organizado pela "Associação Amigos da Montanha", uma associação que promove montanhismo. Ele ficou curioso sobre este esporte e decidiu aderir à associação.

No ano seguinte, ele fez um curso de montanhismo para iniciantes, seguido por várias outras atividades correlatas, tais como escalada e cursos de Alpinismo (este último organizado pelo alpinista João Garcia Português) e uma expedição para os Pirinéus em agosto, onde alcançou o cume de Aneto e Monte Perdido, as montanhas mais altas desta gama.

Em 2005, continuou a desenvolver este tipo de actividades em Portugal e em Espanha e juntou-se uma expedição liderada por João Garcia à Cordilheira Branca, no Peru. Aqui ele subiu Toclaraju (a montanha com 6,033m) e 3 outras cimeiras mais de 5.500m (Ishinca, Pisco e Urus).

2006 foi um ano marcado por diferentes viagens a Ilha da Madeira e para os Alpes. Carlos decide começar a planejar uma expedição em 2007 à sexta montanha mais alta do mundo - Cho Oyu no Himalaia em 8,201m acima do nível do mar. Ele sentiu que precisa treinar mais, então ele começa a fazer corridas de montanha. Ele conseguiu se destacar nessa atividade e alcança os melhores lugares. No entanto, em 2007, a viagem ao Cho Oyu precisou ser adiada. O atleta mudou seus planos e foi mais uma vez para os Alpes, onde conquistou os principais picos do Mont Blanc maciço (Mont Blanc, Mont Maudit, Mont Blanc du Tacul e Argentière).

Em 2008, Carlos fez sua estréia em ultramarathones, participando de "Ultra Trail da Geira", um evento com 45 km. Ele terminou em segundo lugar, confirmando as suas capacidades como um atleta muito resistente. Neste ano, ele também participou de "Transtrela", uma maratona de montanha: a corrida começou bem para ele, ele conseguiu levá-lo por um longo tempo, mas, infelizmente, devido a um erro no caminho, ele perdeu mais de 20 minutos. Mesmo que ele acabou com um 5º lugar. O Gredos Cordilheira, Sanabria eo Range Cantabric, tudo em Espanha, foram outros locais visitados pelo atleta em 2008.

No ano seguinte, Carlos continua sua trajetória de sucesso: ganha "Ultra Trail da Geira", fica em segundo lugar no "Ultra Trail da Freita" e participa em "Ultra Trail Cavalls del vent" nos Pirenéus, representando a Federação de Montanhismo e Português Climbing, onde ele consegue terminar na 14ª posição. Em 2010, Ultratrails tornar-se a sua prioridade e Carlos faz sua estréia em mais de 100 raças de distância km em eventos internacionais. Os resultados não podem ser melhor: ele vencer as competições "101 Peregrinos" em Ponferrada, Espanha, e "Le Grand Raid des Pyrénées" na França, este último considerado como um dos mais difíceis e mais prestigiados eventos internacionais, com 160 km e 20.000 m de desnível acumulado. Também participa do "Alpine Circuito espanhol": ele recebe o primeiro lugar na penúltima prova, com a vitória e um tempo recorde em "Penedos do Lobo Marathon" (Galiza) e a segunda posição no "Alpino Madrileño Marathon" (Madrid), onde ele superou o tempo recorde em mais de 15 minutos e registrou o segundo melhor resultado de sempre, apenas batido pelo campeão europeu em título.

Ele correu 4 ultramarathones em menos de dois meses: "II Ultra Trail Serra da Freita" (Portugal, 70 km); "II Alpino Madrileño Marathon" (Espanha, 42 km); "II Ultra Trail Geira" (Portugal, 53 km); "Eu 101 Peregrinos" (Espanha, 101 km). É importante notar que a participação neste tipo de eventos a cada 15 dias, sem o tempo de recuperação necessário é uma tarefa difícil, só conseguida pelo melhor.

No dia 3 de abril de 2011, Carlos Sá inicia a sua participação no mítico "Marathon des Sables", um evento considerado por muitos como o mais difícil do mundo todo. Aqui, os atletas devem correr para 250 quilômetros, em seis etapas, só por si, no deserto do Sahara profundo. Mais uma vez, Carlos é o centro das atenções, obtendo o oitavo lugar da geral (3º lugar entre os atletas não africanos em seu ano de estréia).

No dia 28 de agosto de 2011, participa pela primeira vez em "Ultra Trail du Mont Blanc", o maior evento de todos os ultramarathons, que rodeia a maior montanha europeu - o Mont Blanc (4,810m) - na fronteira com França, Suíça e Itália. 2.400 atletas participaram da trilha, tendo 48 horas no máximo para alcançar este grande desafio. Carlos Sá levou apenas 22h48m para terminá-lo, ocupando a 5ª posição no geral, lado a lado com a elite mundial deste esporte.

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